(Emescam/2025) “No momento do parto, o corpo da mulher produz anticorpos e, ao se sensibilizar, pode prejudicar uma futura gestação.
Esses anticorpos atacarão o sangue do próximo bebê, provocando anemia grave, que pode evoluir para uma insuficiência cardíaca e levar à morte, o que chamamos de eritroblastose fetal, doença causada pela incompatibilidade do sistema”, relata Lucila.
Disponível em: https://www.saude.df.gov.br/web/guest/w/ses-oferecevacina-contra-incompatibilidade-sanguinea. Acesso em: 27 jul. 2024.
A doença abordada nesse texto pode ser verificada quando
A) a mãe apresenta sangue Rh–, e um primeiro bebê apresenta Rh+, devido ao pai ser Rh+.
Nesse caso, a mulher produzirá anticorpos que podem prejudicar uma futura gestação de uma criança Rh+.
B) a mãe apresenta sangue Rh+, e um primeiro bebê apresenta Rh–, devido ao pai ser Rh–.
Nesse caso, a mulher produzirá anticorpos que podem prejudicar uma futura gestação de uma criança Rh–.
C) a mãe apresenta sangue A, e um primeiro bebê apresenta sangue O, devido ao pai ter sangue B.
Nesse caso, a mulher produzirá anticorpos que podem prejudicar uma futura gestação de uma criança com o mesmo tipo sanguíneo do irmão.
D) a mãe apresenta sangue AB, e um primeiro bebê apresenta sangue A, devido ao pai ter sangue B.
Nesse caso, a mulher produzirá anticorpos que podem prejudicar uma futura gestação de uma criança com o mesmo tipo sanguíneo do pai.
RESOLUÇÃO:
Para ocorrência da eritroblastose fetal (doença hemolítica do recém-nascido), a mãe precisa de ser Rh– e o bebê é Rh+ (a partir da segunda gestação Rh+). Durante o parto, pode haver contato entre o sangue do bebê e o sangue da mãe. Com isso, o organismo materno passa a produzir anticorpos anti-Rh (uma vez que o sangue da mãe não possui fator Rh).
Na primeira gestação, geralmente o bebê não é afetado, pois a sensibilização costuma ocorrer no momento do parto. Porém, em uma gestação futura, se o novo bebê também for Rh+, esses anticorpos maternos podem atravessar a placenta e destruir as hemácias do feto, causando anemia grave, podendo evoluir para insuficiência cardíaca e morte fetal.
Resp.: A
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– Questão resolvida sobre eritroblastose fetal, da UniEvangélica