
(Emescam/2025) Os riscos de passar muito tempo sentado
A pandemia da Covid‑19 estimulou o trabalho em casa, o que provavelmente aumentou o tempo que passamos sentados. Ficar sentado por períodos prolongados é uma forma de comportamento sedentário que reduz bastante o gasto energético. Entre os comportamentos sedentários típicos estão assistir televisão, jogar, dirigir e trabalhar em uma mesa. Comportamentos sedentários estão associados a um maior risco de doenças cardiovasculares e diabetes tipo 2.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cervkkj7xxvo. Acesso em: 1 ago. 2024 (adaptado).
Passar muito tempo sentado pode levar
A) à redução da produção de insulina devido à alta quantidade de lipídeos na corrente sanguínea, que não foram metabolizados na boca, ocasionando assim a diabetes tipo 2.
B) ao aumento da concentração de açúcares no sangue, o que resulta na maior produção de glucagon e, consequentemente, no desenvolvimento do diabetes tipo 2.
C) ao acúmulo de lipídeos na corrente sanguínea, podendo gerar aterosclerose e, consequentemente, reduzir o fluxo sanguíneo nas artérias, o que pode resultar em doenças cardiovasculares.
D) à redução do fluxo sanguíneo pelo ventrículo esquerdo do coração, cuja artéria pulmonar conectada a ele passa a apresentar menor calibre
devido ao acúmulo de carboidratos no sangue, causando assim doenças cardiovasculares.
RESOLUÇÃO:
O comportamento sedentário, caracterizado por atividades realizadas com baixo gasto energético enquanto estamos sentados ou deitados, está associado ao aumento do risco de doenças cardiovasculares e diabetes tipo 2.
Permanecer sentado durante períodos prolongados reduz a atividade muscular e o gasto energético. Esse comportamento pode contribuir para alterações no metabolismo de lipídeos e da glicose, favorecendo condições como resistência à insulina, dislipidemia e obesidade.
Entre as possíveis consequências está a aterosclerose, doença caracterizada pela formação de placas de ateroma na parede das artérias. Essas placas contêm lipídeos, células inflamatórias e tecido fibroso, podendo estreitar o lúmen arterial e comprometer o fluxo sanguíneo. aterosclerose pode contribuir para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, como infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC). Entretanto, é importante compreender que o sedentarismo é um fator de risco, e não uma causa direta e inevitável dessas doenças.
Resp.: C
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