(Emescam/2024) Conheça as muitas possibilidades de uso da pele de tilápia na medicina
Criado em 2015 pelo médico Edmar Maciel, pesquisador da Universidade Federal do Ceará (UFC), o método pioneiro de usar pele de tilápia na recuperação de queimaduras teve viabilidade comprovada para utilização em outras áreas da medicina, entre elas, a ginecologia. “Comprovamos em pesquisas que a tilápia não apresenta doenças e bactérias intercambiáveis com a saúde humana, como é o caso dos suínos e bovinos. Por isso, o preparo precisa de menos radiação para torná-la viável, o que resulta em peles com mais colágeno”, declara Leonardo Bezerra, médico que coordena o projeto na área de ginecologia na UFC.
Disponível em: https://globorural.globo.com/inovacao/noticia/2023/03/conheca-as-muitas-possibilidades-de-uso-dapele-de-tilapia-na-medicina.ghtml/.
Acesso em: 15 ago. 2023 (adaptado).
A pele de tilápia tem resultados mais satisfatórios, uma vez que
A) devido à menor distância filogenética entre esse peixe e os humanos, não apresenta bactérias patogênicas que podem ser passadas durante o procedimento.
B) apresenta uma forma de preparo que mantém uma quantidade considerável da proteína mais abundante da pele que tem por função manter sua resistência e elasticidade.
C) devido ao grande distanciamento filogenético dos suínos e bovinos com o ser humano, a possibilidade de rejeição desse órgão depois
do procedimento de enxerto é muito menor.
D) apresenta uma forma de preparo, que utiliza menos radiação, sendo fundamental para a ocorrência de mutações pontuais que serão
importantes para a cicatrização da pele enxertada.
RESOLUÇÃO:
O texto afirma que a pele de tilápia precisa de menos radiação para se tornar viável ao uso médico. Isso faz com que ela mantenha mais colágeno. O colágeno é uma proteína estrutural muito importante na pele, pois contribui para a resistência e também para a elasticidade do tecido.
VEJA TAMBÉM:
– Resolução da questão sobre tecido epitelial, da UEMS 2022
– Questão comentada sobre tecido epitelial, da UCS 2023-2
– Questão resolvida sobre pele humana, da Unesc 2018-2
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