(UEA/2024 – SIS) Os cientistas de uma empresa na Finlândia estão implantando uma nova tecnologia para cultivar proteínas a partir de células usando ar e eletricidade. Um micro-organismo é alimentado com dióxido de carbono, hidrogênio e minerais em um processo que utiliza energia solar. Essa empresa conseguiu criar um pó rico em proteínas que pode ser usado como substituto do ovo ou do leite.
(https://revistaplaneta.com.br, 29.05.2024. Adaptado.)
Em comparação com as proteínas animais provenientes da pecuária, a produção de proteína por essa empresa tem como uma vantagem
A) a redução das emissões de gases do efeito estufa.
B) o controle biológico de insetos transmissores de doenças.
C) a redução do uso de defensivos agroflorestais.
D) o controle da utilização de sementes crioulas.
E) a redução na decomposição de matéria inorgânica.
RESOLUÇÃO:
A pecuária tradicional é uma das atividades humanas que mais contribui para as mudanças climáticas, sendo responsável pela liberação de grandes quantidades de gases do efeito estufa (como o metano gerado na digestão dos ruminantes e o gás carbônico emitido pelo desmatamento para pastos).
A tecnologia descrita no texto propõe o caminho inverso: ela utiliza o dióxido de carbono (um dos principais gases do efeito estufa) como “alimento” para os micro-organismos, além de usar energia solar (uma fonte de energia limpa e renovável). Portanto, a principal vantagem ambiental dessa substituição é a drástica redução na emissão desses gases.
VEJA TAMBÉM:
– Questão resolvida sobre efeito estufa, da UEA 2024
– Resolução da questão sobre efeito da pecuária no ambiente, da Unesc 2014
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