(USCS/2014) Depois do nascimento de uma criança, o cordão umbilical e a placenta são removidos do corpo da mulher. A placenta é derivada da
A) união de membranas extraembrionárias com o endométrio, garantindo a nutrição do embrião, a captação de gás O2 e a eliminação de gás CO2 e de excretas do embrião para o sangue materno.
B) fusão de membranas do alantoide com o endométrio, onde há mistura do sangue materno com o sangue do embrião, permitindo uma rápida passagem de nutrientes e gás O2 para o feto, e as excretas e o gás CO2 são levados para a circulação materna.
C) união de membranas amnióticas com o miométrio e envolve todo o embrião, garantindo a sua proteção, a captação de gás O2 e a eliminação de gás CO2 e de excretas para o sangue materno.
D) fusão de membranas extraembrionárias fetais com o endométrio, possibilitando a mistura direta do sangue materno com o sangue fetal, garantindo a proteção, as trocas gasosas e a passagem de excretas para o sangue materno.
E) fusão de membranas amnióticas com o alantoide, impedindo que ocorra a desidratação fetal e choques mecânicos, bem como promovendo a reserva de excretas nitrogenadas produzidas pelo feto.
RESOLUÇÃO:
A placenta é um órgão misto, ou seja, materno-fetal. Ela se desenvolve a partir da união do córion (uma membrana extraembrionária do embrião) com o endométrio (o revestimento interno do útero materno). Suas funções vitais incluem realizar as trocas gasosas (captar O2 e eliminar CO2), fornecer nutrientes e repassar as excretas do feto para que o corpo da mãe as elimine.
Resp.: A
VEJA TAMBÉM:
– Questão resolvida sobre anexos embrionários, da Cesmac 2014-2
– Resolução da questão sobre anexos embrionários, da Unifal
– Questão comentada sobre anexos embrionários, da UFPI
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